A revolta do contestado (1912-1916) é uma das várias ocorridas na época da República Velha no Brasil. A região do contestado fica na divisa entre o Paraná e Santa Catarina e tem este nome pois era visado por estes dois territórios. A história brasileira é marcada por inúmeras revoltas populares contra leis injustas ou pelo acesso à terra, pois a posse do território sempre foi entregue a aristocratas e oligarquias e isso prevaleceu nos ciclos da cana e do café. Na transição do Império para a República foi inevitável a libertação dos escravos após a proibição do tráfico negreiro. Nesta mesma época, a lei de terras permitiu a legalização das posses dos latifundiários e proibiu a distribuição de novas áreas públicas. Ou seja, toda terra deveria ser comprada e com isso nem os escravos libertos, nem a maioria dos imigrantes europeus tinham recursos para ter acesso a terra. Neste contexto, e com as injustiças cometidas contra a população do contestado (como a construção da estrada de ferro que passava por este território, que resultou na expulsão dos pequenos proprietários locais e da retirada da madeira da região, que servia como forma de sustento) se deu a origem do conflito no campo.
Mais de 40 mil de camponeses se armaram como puderam e foram à luta pelo direito a terra inspirados principalmente por José Maria. Porém, a revolta foi sufocada por soldados da República, e mais de 10 mil camponeses foram mortos, inclusive José Maria. A revolta tomou proporções tão grandes que só depois de 46 meses de conflito os revoltosos foram derrotados, após ficarem isolados, sem comida nem remédios contra o tifo, doença que vitimou muitos moradores da região.
Os conflitos no campo no período da República Velha foram resultado da grande exclusão social do país, e apesar de pouco lembradas, têm muita importância.
O desmatamento na Amazônia está sem freios. Já atingiu área superior a da Bahia
A maior riqueza natural e essencial para a humanidade está sendo extinta e destruída pelas mãos do próprio ser humano. É preocupante os números de quilômetros em extensão de floretas desmatadas que a cada ano vêm aumentando ou permanecendo iguais. Apesar de tanta mobilização populacional, nada parece estar realmente sendo feito para barrar o fim iminente da Amazônia.
A tecnologia e as indústrias que vêm crescendo e melhorando no Brasil são necessárias sim para o desenvolvimento no país. Contudo, devemos ressaltar a suma importância da natureza tanto no ramo da medicina para a cura de doenças, quanto e, principalmente, no aspecto da manutenção da vida de toda a população Dessa forma, nós humanos precisamos que ela permaneça em significativa escala. Portanto, essa questão demanda uma política limpa e inteligente. Ou seja, o desenvolvimento sustentável depende da escolha de cada indivíduo ao votar e eleger políticos honestos e focados. Por mais ilusório que isso parece ser.
A Ditadura Militar pode ser definida como sendo o período de 1964 até 1985 da política brasileira em que os militares governaram o Brasil. Podemos caracterizá-la pela falta de democracia, supressão de direitos constitucionais, censura, perseguição política e repressão aos que eram contra o regime militar.
Foi a partir do golpe de estado que os militares fizeram, no dia 31 de março de 1964, que o Brasil entrou em profundas crises políticas e insatisfações populares. Assim, o governo do primeiro presidente militar, Arthur Costa da Silva, acabou totalmente com a República e liberdade quando promulgou o Ato Inconstitucional número 5. Nesse Ato, Arthur cassou mandatos de deputados, senadores, prefeitos e governadores, fechou o Congresso Nacional por tempo indeterminado e proibiu reuniões e manifestações públicas, entre outros abusos contra os direitos democráticos dos cidadãos brasileiros.
Essas medidas acirraram a ira dos grupos de esquerda de oposição a entrarem em confronto contra o governo implantando um movimento guerrilheiro no país cujo objetivo era derrubar os militares do poder. Em contrapartida, o regime endureceu ainda mais as perseguições e atos de repressão. Esse período ficou, então, conhecido como “período das trevas”, no qual milhares de brasileiros foram presos e torturados até a morte enquanto centenas desapareceram.
Em paralelo com o período militar no Brasil, o filme “Batismo de sangue”, baseado no livro de memórias escrito por Frei Betto, mostra em alto grau de realismo toda a intensidade dramática e física daqueles acontecimentos. Dessa forma, o longa ajuda muito as pessoas entenderem e verem qual foi a verdadeira história e fatos que ocorreram nesse período, desde a organização dos grupos de esquerda composto por frades, jovens estudantes, artistas e demais de brasileiros até os atos cruéis do governo culminando em muito sofrimento, dor e morte.
As temidas cenas de tortura são muito fortes e nos fazem refletir sobre a baixeza do ser humano ao chegar ao ponto de espancar seu semelhante a fim de obter informações de interesse próprio e que pudessem mudar o rumo da história.
Finalizando, para melhor conhecer sobre esse sombrio período de nossa história, assistir a esse filme é imprescindível. Pois, se hoje vivemos numa democracia, devemos em grande parte a esses jovens idealistas que não tiveram medo de enfrentar seus opressores e lutar pela liberdade. E após assisti-lo teremos em mente que por mais falhas que existam no atual processo democrático, a pior das democracias é preferível à melhor das ditaduras.
A ditadura terminou e a guerra com os EUA também. Paz? Que nada! Agora os grupos locais lutam pelo petróleo e pelo poder. Dois motivos do conflito:
A luta pelo petróleo
O Iraque tem uma das maiores reservas de petróleo do mundo! Ou seja, cada pedacinho de terra é muito valioso. De olho no dinheiro, cada grupo luta por uma parte do território.
Disputa pelo poder
A guerra entre os povos que já é antiga, só piora com as trocas de poder. Até 2003, os sunitas mandavam no país, durante a ditadura. Em 2005, uma eleição levou curdos e xiitas ao poder. É óbvio, nessas condições, os sunitas se revoltariam. Em 2003, os EUA entraram para valer na briga usando uma desculpa e, assim, derrubaram o ditador. Entenda o caso: Após 24 anos, o ditador Saddam Hussein perdeu o poder quando os EUA entraram na briga, em 2003. Todos esperavam paz! Mas, desde então, o Iraque virou terra de ninguém, disputada por xiitas, sunitas e curdos.
Sunitas: São a minoria da população (20%) e estão enfraquecidos desde a invasão norte-americana. Para piorar não dominam nenhuma área petrolífera. Curdos: Eles não têm um país próprio. Espalhados por Turquia, Irã e Iraque lutam pela independência e pela criação de seu país, o Curdistão.
Xiitas: São maioria da população (60%) e ocupam território com petróleo. Mas já estivarem na pior - eram contra Saddam!
Não é segredo para ninguém que a mata inicial da Floresta Amazônica já reduziu e muito. Porém, o que alguns não sabem é que esse desmatamento vem crescendo e em porcentagem significativa, 14,9%. Este dado, fruto de um governo fraco, nos remete a pensar: nas mãos de quem está a maior reserva florestal do mundo?
O governo por muitas vezes preocupa-se mais com a economia (indústria moveleira, por exemplo) e esquece, ou ignora, o fato de que nós, seres humanos, fazemos parte da natureza e precisamos dela para sobreviver. Estaríamos cometendo suicídio desmatando a Amazônia? Talvez.
Se o dematamento continuar crescendo nesta proporção o resultado será a perda de uma área da floresta equivalente ao estado do Acre. Portanto, devemos refletir e fazer proveito de que vivemos em uma democracia e usarmos nosso poder como cidadãos, votar em candidatos conscientes e promover mudança. Caso contrário, o resultado é a perda de um ecossistema, de vida e de um patrimônio mundial.
Misturando mutantes e locais obscuros da Ucrânia, “Chernobyl”, que surpreendemente ganhou um título mais curto que o original (“Chernobyl Diaries”) é um suspense / terror que aposta em perseguições e paranóia com resultados consideravelmente fracos para qualquer um que já assistiu outras produções do gênero.
Chris (Jesse McCartney), sua namorada Natalie (Olivia Dudley) e sua amiga Amanda (Devin Kelly) acabaram de chegar em Kiev, Ucrânia, para visitar seu irmão, Paul (Jonathan Sadowski), que mora no país. Para recebê-los, Paul decide levar o grupo para uma jornada de turismo radical. Acompanhados pelo guia Uri (Dimitri Diatchenko), mais o casal de turistas Zoe (Ingrid Bolsø Berdal) e Michael (Nathan Phillips), Paul e seus amigos vão explorar a cidade-fantasma de Pripyat, nos arredores de Chernobyl, onde o grande acidente nuclear havia acontecido anos antes. Não demora para que o grupo descubra que, além de animais selvagens e radiação, há algo ainda mais perigoso no lugar.
Um grupo de turistas presos em um local abandonado, sobre o qual existem várias lendas urbanas… se a fórmula parece familiar, é porque realmente é. Como todos elementos de “Chernobyl”, clichês não faltam, com um enredo e apresentação que é uma coleção de lugares-comuns. Some um grupo de personagens pouco interessantes, que também se encaixam facilmente nos moldes de muitos filmes (desde o “amigo estranho” ao “herói conservador”, passando pelo “herói impulsivo”), e as únicas surpresas ficam quando estamos nos perguntando o que irá pular em direção da câmera na próxima cena de suspense.
De fato, o roteiro cai repetidamente em “clássicas” más decisões simplesmente para prosseguir com a história. A todo e qualquer momento que há um prenúncio ou dica de eventos futuros, esse fica tão óbvio que estraga a brincadeira, subestimando o público pela obviedade. Os poucos momentos emocionais não emocionam, e entre correria desenfreada e exploração de locais escuros, conforme o tempo passa nos importamos cada vez menos com os personagens. O final, que usa uma velha fórmula de impacto reciclada milhares de vezes no passado, só aumenta a sensação de perda de tempo.
Mesmo os “monstros” – e acredite, não é spoiler nenhum que existem criaturas de algum tipo – são consideravelmente sem graça. A lenda urbana real sobre o lugar fala de mutantes gerados a partir da radiação, fonte da qual o diretor escolheu beber. Talvez pela demora de mostrá-los, ou pela opção do diretor de nunca focar bem nenhum deles, acabamos ficando com vilões sem cara ou personalidade, e mesmo o pouco que podemos ver não impressiona, deixando a dúvida se faltou inspiração, orçamento ou os dois. Ao menos, em outros terror-sobrevivência do tipo, temos inimigos mais interessantes.
Os cenários, por outro lado, oferecem ambientes interessantes para a ação e o suspense, especialmente quando consideramos que a cidade de Pripyat é real. Boa parte da tensão é gerada pelo local, sejam os ambientes inóspitos e, especialmente, as construções e túneis da área urbana abandonada. Com exceção de alguns poucos locais genéricos, este é um ponto considerável da produção, que também insere bons elementos ao enredo como a radiação. Infelizmente, como todo o resto é fraco, há pouco aqui que possa salvar.
O elenco em si não chama a atenção, mas também não desagrada. É possível notar que nenhum deles tem grande margem para manobra dentro dos personagens fracos e roteiro cheio de furos. Por sorte, passamos mais tempo com os que parecem ter mais experiência em atuação – o que não quer dizer muita coisa.
Se quer assistir um filme de terror na telona e não tem outra opção, “Chernobyl” é, no máximo, passável. Uma pena, já que potencial não faltou, ao menos no que toca a ambientação. A propósito, a título de curiosidade, a produção recebeu críticas por ser considerada ofensiva para os feridos e mortos nos eventos reais de Chernobyl. Não é difícil de notar os motivos.
Vale lembrar, o diretor é Oren Peli, mais conhecido como diretor de “Atividade Paranormal” (2007) e produtor das duas sequências, assim como do quarto filme, marcado para outubro deste ano. Considerando esta produção, fica evidente que Peli se dá bem melhor com os monstros sobrenaturais.
Desmatamento na Amazônia cresce 14,9% em um ano, ministro anuncia maior fiscalização.
Thaís Pallin
O Desflorestamento na Amazônia já atingiu mais de 589 mil quilômetros quadrados, área superior a da Bahia. E onde está o ministério que não vê isso? Segundo a estimativa do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) o desmatamento cresceu 14,9% no periodo de um ano. É isso mesmo pessoal, se continuarmos neste ritmo onde é que iremos parar? A verdade é uma só, o governo está pouco se importando com a vida florestal e está dando importância a coisas banais, está na hora de alguma atitude ser tomada, afinal a Amazônia não é só minha, su, é de todos.
Ao longo do ensino médio, principalmente no último ano escolar, o aluno tem que tomar uma decisão importante para o futuro, que é a escolha de uma profissão. Muitos estudantes, em razão da pouca experiência de vida, não conseguem definir o caminho a seguir.
O momento da escolha é sempre muito difícil, o adolescente precisa optar não só pela profissão que terá, mas por quem quer ser e qual estilo de vida quer levar. O jovem deve ter um nível de autoconhecimento bom o bastante que o permita saber o que espera do futuro, além de estar a par da situação do mercado atual.
Para quem está por dentro das
notícias deve lembrar do contexto, das causas e conseqüências da
primavera árabe, ótimo, o nosso foco nesse post é a Síria, um dos
países que participou das revoluções, e os atuais acontecimentos
no mundo referente a esse território.
Um pouco de história:
Desde
a primeira guerra mundial as armas químicas foram utilizadas com
gases venenosos usados nas trincheiras e que mataram mais de 800 mil
pessoas. Aposto que entre esses 800 mil falecidos não estavam os
governantes.. Na segunda guerra mundial, em guerras envolvendo os
EUA, o Irã e entre outros conflitos, a arma química esteve
envolvida.
Voltando
ao presente:
A
pouco tempo a noticia que toma conta da mídia é a ameaça da Síria
de em caso de intervenção militar estrangeira usar armas químicas.
A comunidade internacional esta longe de chegar a um acordo com o
regime Sírio, portanto Europa e EUA aumentaram a ajuda aos países
vizinhos à Síria. Israel também manifestou a
sua preocupação e alertou que não aceitará que armas químicas
caiam nas mãos do partido xiita Hezbollah.
Porem
a mais nova informação é que Obama, presidente dos Estados Unidos
da América, anunciou que os EUA podem vir a intervir militarmente na
Síria em caso da utilização de armas químicas no país.
''...na verdade ser feliz ou não depende unicamente de nosso ponto de vista sobre o que é realmente a felicidade. Pra os que acreditam que ser feliz é ter o melhor emprego, o melhor carro e a melhor casa, podemos dizer que essas pessoas são materialistas, pois neste caso a felicidade esta relacionada ao poder aquisitivo. Para outros o sentido de felicidade é, sobretudo não depender de bens materiais. Estes só querem ter o necessário para a sua sobrevivência. Percebemos então que a felicidade não é um estado inalcançável, talvez para a nossa sociedade materialista o pareça, pois quando alcançamos nosso objetivo logo nos surgem outros a que almejamos alcançar...''
Tema: AMIZADE.
''Amizade, há muitos significados parra essa palavra, não só significados, mas sentimentos. Amigos são realmente pessoas brilhantes que surgem nas nossas vidas, e que com o passar do tempo, podem sumir mais os verdadeiros aparecem ou melhor dizendo, permanecem.''
Tema: O trabalho infantil na realidade brasileira.
''...O governo deveria começar a atuar de forma prioritária e efetiva, as famílias e a sociedade têm que pararem de se omitir diante dos problemas e pararem de ignorar os problemas, pois está postura individualista do ser humano, não vai levar ninguém a lugar algum...''
Tema: Heróis ou culpados? - A grande batalha existencial.
''Guerra é coisa de militar, de soldado contra soldado. Assim pelo menos deveria ser. Não existe um motivo para países entrarem em guerra em busca de paz e obviamente ninguém vai conseguir a paz com guerra''
"Nunca houve uma guerra boa nem uma paz ruim", esta citação de Benjamin Franklin aborda a questão paradoxal da guerra: se toda guerra é maléfica e toda paz é benéfica, por que não vivemos em um mundo pacífico? Historicamente o homem é pré-disposto a guerrear pelo seu instinto de defesa ou de afirmação e muitos historiadores afirmam que não houve um momento no mundo que pelo menos um homem não estivesse em um campo de batalha, ou seja, a própria história mostra que a paz não é o estado natural do ser humano, mas sim a guerra.
Analisando os motivos pelos quais guerras são feitas podemos ver que às vezes o pretexto do conflito é ironicamente a busca pela paz. Por exemplo, os EUA iniciaram a guerra militar ao terror logo depois do 11 de setembro, justificando-a pela busca da paz com a eliminação dos terroristas. Mas por trás da justificativa de cada conflito existe o aspecto econômico da guerra, o lucro. A verdade é que a indústria bélica é muito lucrativa e muito dinheiro pelo mundo é investido nas armas, o que estimula os conflitos.
Há ainda a relatividade da paz. Poucas pessoas podem se sentir e realmente viver em paz, mas como essa paz pode ser absoluta em um mundo em que muitas pessoas vivem na miséria, na fome e na tragédia de uma guerra? E se ela não é absoluta, como então ser considerada paz?
Em resumo, as esperanças para alcançarmos a paz propriamente dita não são muito otimistas. Pode-se ver que historicamente e economicamente o homem é levado à guerra, o que agrava além de tudo, as diferenças sociais no mundo, distanciando a conquista de uma humanidade igualitária e segura, ou seja, distanciando de um ideal, a paz.
Olá, bem-vindos ao Ponto G de Ideias, o blog do terceiro ano Jorge Amado do Colégio Universitas. Hoje, dia 16 de Agosto de 2012, podemos comemorar o lançamento dessa nova página, onde comentaremos sobre os mais diferentes temas.
Através do Projeto Lumière, proposto em sala de aula, este blog terá o objetivo de aprofundar assuntos do cotidiano de uma forma diferente e dinâmica.
Agora, relaxem e viajem por um espaço cheio de informações, ideias e coisas boas.