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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Sonhos, grilos e paixões

Como proposto aqui pelos nossos professores Alê, Gi, Edu e Marco, deveríamos realizar um trabalho multimídia sobre: O fio da meada: Que mundo é esse? Que mundo queremos?
Abaixo está nossa análise sobre o tema:


Grupo:

Bianca Akemi        nº 7
Camila Conrade     nº 8
Caroline Sachs       nº 9
Claudia Lino          nº 11
Felipe Abdul-Hak  nº 13
Rafael de Mello     nº 31
Tatiana Faia           nº 36

3º Jorge Amado

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

FARC


As Forças Armadas Revolucionárias Colômbia–Exército do Povo (Farc) junto com o governo da Colômbia negociaram, mês passado, um acordo que deve encerrar o último grande conflito armado da América Latina, que vêm ocorrendo por 50 anos, e que também pode ter impacto na vida de milhares de colombianos e na produção de coca. Ele começou publicamente em Oslo, Noruega, mas se desenvolverá em Cuba.  Essa negociação já foi tentada 3 vezes, mas falhou: entre 1984 e 1987 com o ex-presidente Belisario Betancur; entre 1991 e 1992 com o ex-presidente César Gaviria; e entre 1999 e 2002 com o ex-presidente Andrés Pastrana. Algumas das questões discutidas são: direito das vítimas da guerrilha, narcotráfico e participação de líderes das Farc na política. 
As Farc surgiu como um grupo marxista-leninista, atuando no meio rural e adotando táticas de guerrilha. Essa organização tem como discurso ideológico a implantação do socialismo na Colômbia, promovendo a distribuição igualitária de renda, a reforma agrária, o fim de governos corruptos e das relações políticas e econômicas com os Estados Unidos, entre outros aspectos sociais, sendo que praticam sequestros e e contrabando de drogas para obter dinheiro e se equipar militarmente. Durante a década de 1990, a organização chegou a dominar cerca de 40% do território colombiano, possuindo mais de 18 mil guerrilheiros, passando a ser considerada uma organização terrorista pelo governo da Colômbia, Estados Unidos, Canadá e União Européia. Porém, as ações do Exército nacional, financiado pelos EUA, expulsou o grupo para regiões próximas à fronteira com países vizinhos. Essa atitude do governo “enfraqueceu” o movimento, que, atualmente, é formado por aproximadamente oito mil guerrilheiros. 

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

" Ato Falho"


       Hoje, foi publicado no site G1, a comovente reportagem sobre João Carlos Rodrigues, um paciente que estava internado há quatro anos e quatro meses no Hospital Evangélico de Curitiba, e que sofria de uma rara doença neuromuscular degenerativa que prejudica o sistema respiratório.
      O paciente ficou conhecido após publicar o livro "O caçador de lembranças", que conta a vida dele desde que os sintomas da doença começaram a se manifestar e ele precisou ser internado, sem poder sair da cama.   Ele faleceu em agosto deste ano,  e o hospital pediu uma averiguação do que teria causado a morte do paciente,  e segundo o relatório final da averigueção, houve um ato falho de um profissional que acabou antecipando a morte do paciente. O profissional, que já estava afastado foi banido do quadro de funcionários do hospital, e a direção simplesmente lamenta o erro humano, além de prestar integral apoio à família”.


Albert Nobbs

    

     O filme Albert Nobbs retrata a história de uma mulher que vive como um homem, para sobreviver na conservadora sociedade Irlandesa no século XIX. Época caracterizada pela revolução industrial, que provocou mudanças na economia, e na tecnologia.
      Nesse período a mulher sofria muito preconceito, e não achava trabalho com facilidade, fora isso o continente Europeu passava por uma fase nao muito boa, onde a saúde era precária, e as diferenças economicas eram muito marcantes.
      O filme, que foi indicado ao Oscar cinco vezes, mostra detalhadamente e de forma dinâmica toda a fase pela qual a Irlanda, e Reino Unido passaram no século XIX. É um filme de fácil entendimento, e que nos passa  informações que na época foram omitidas, e que são importantes.


 

Redação em forma de carta sobre as cotas

         Santos, 17 de setembro de 2012

         Excelentíssima Presidente Dilma,
         Gostaria de alertá-la para o tema relacionado ás cotas, que a senhora aprovou nessa última segunda-feira, 07 de setembro de 2012.
         Não sei ao certo o que se passa no Senado, mas acho que essa situação merece uma melhor análise, afinal, as cotas não só tornam pior o preconceito racial no Brasil, como causa uma revolta que poderia ser evitada, na população que estudou a vida toda em escolas particulares, e que serão indiretamente prejudicadas.
         Muitos escritores tentam amenizar essa polêmica, sendo a favor das cotas, e usando como argumento positivo, o fato do Brasil estar "pagando" uma dívida histórica com diferentes etnias, e o fato de estar dando oportunidades igualitárias a todos.
         Mas, assim como a maioria da população, não acho correto tal ato, e nem coerentes as justificativas. Ao invés de tratar diferencialmente as pessoas mais pobres, e diferentes etnicamente, a Senhora poderia investir na educação pública. Dando a essas pessoas uma oportunidade de passar em uma universidade pública, por mérito próprio, o que é uma sensação única.
         Se esse método de "igualdade" realmente entrar em vigor, as faculdades federais Brasileiras, que são conhecidas em todo o mundo como as melhores, vão ter que se adaptar aos novos alunos, e isso fará com que o nível de ensino seja inferior ao atual, prejudicando assim os alunos que se esforçaram para estar ali.
Portanto, gostaria de pedir uma atenção maior para esse assunto, pois tenho certeza de que há métodos que beneficiem a todos, e que realmente resolvam o problema, e não simplesmente o mascare.
          
          Agradeço desde já, e aguardo uma resposta.
                                                                                                          
                                                                                                                        

                                                                                                                           Camila Conrade

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Mais justiça, menos preconceito

         Foi aprovada a política de cotas para o ingresso de negros, pardos, indígenas e estudantes oriundos do ensino público, nas universidades e escolas técnicas federais. Ela garante 50% das vagas, na proporção das populações em cada estado. Sendo assim, beneficia-se a maioria dos estudantes brasileiros, considerando-se que de cada dez alunos, apenas um estuda em escola privada.
       No caso das cotas raciais, é notório que o Brasil possui uma dívida histórica com os negros, que quando vieram da África foram escravizados pelos colonos e os indígenas, explorados, portanto, com o ingresso da população negra, parda e indígena nas universidades públicas, poderá ser visto um aumento no número de bons profissionais, destas raças, formados, por exemplo, médicos, advogados, engenheiros, diminuindo certo preconceito existente.
        Haverá eficácia na reparação de injustiças e desigualdades sociais com essa política, e os bens comuns considerados acessíveis à população de classes sociais elevadas, em partes, estará ao alcance das camadas mais baixas.
          É essencial que essa sensação de injustiça diminua, juntamente com a lei que foi sancionada e aos poucos será empregada definitivamente. A inclusão social poderá ser notada, alunos, independente de cor, raça, classe social, estarão em "um mesmo lugar", em um  mesmo convívio, beneficiando à todos. Ao mesmo tempo, a deficiência presente no ensino público também será compensada com a "facilitação" no ingresso às universidades, de uma forma justa, para aqueles que necessitam, servindo de apoio para que possam ser bem sucedidos e tenham uma melhoria em suas vidas.

Bianca Akemi de Souza Abe nº07


sexta-feira, 28 de setembro de 2012

O fenômeno El Niño


De acordo com o previsto pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), o fenômeno El Niño poderá voltar em setembro e outubro, visto que a temperatura da superfície do mar no Pacífico tropical aumentou em julho e agosto deste ano a níveis correspondentes de ser um El Niño. Atualmente, o sistema oceano-atmosfera está neutro, não correspondendo a nada, mas se isso for mesmo confirmado, o fenômeno será de fraca intensidade.
No El Niño, que ocore em intervalos de 2 a 7 anos, os ventos sopram com menos força em todo o centro do Oceano Pacífico, resultando numa diminuição do reaparecimento de águas profundas e na acumulação de água mais quente que o normal na costa oeste da América do Sul e como consequência, a diminuição da produtividade primária e das populações de peixe. Isso ocorre principalmente no fim do ano, daí a designação que significa “O Menino”, referindo-se ao “Menino Jesus”, relacionado com o Natal.
Outra consequência é a alteração do clima em todo o Pacífico equatorial: as massas de ar quentes e úmidas acompanham a água mais quente, provocando chuvas excepcionais na costa oeste da América do Sul e secas na Indonésia e Austrália. Pensa-se que este fenômeno é acompanhado pela deslocação de massas de ar a nível global, provocando alterações do clima em todo o mundo. Por exemplo, durante um ano com El Niño, o inverno é mais quente que a média nos estados centrais dos Estados Unidos, enquanto que nos do sul há mais chuva; por outro lado, os estados do noroeste do Pacífico (Oregon, Washington, Colúmbia Britânica) têm um inverno mais seco. Os verões excepcionalmente quentes na Europa e as secas na África parecem estar igualmente relacionadas com o aparecimento do El Niño. Conhecido como o fenômeno inverso, há o La Niña, caracterizado por temperaturas anormalmente frias, também no fim do ano, na região equatorial do Oceano Pacifico, muitas vezes (mas não sempre) seguindo-se a um El Niño. Também já foi denominado como “El Viejo” (“O Velho”, ou seja, a antítese do “menino”) ou ainda o “Anti-El Niño”.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Batismo de Sangue

A ditadura militar é claramente apresentada no filme '' O batismo de Sangue'' , o qual foi um período da história política do Brasil.
Em 1964, os militares assumiram o poder através de um golpe, e governaram o país por 21 anos, até 1985, instalando durante esse tempo, um regime ditatorial.

Autores afirmam que a ditadura não foi exclusivamente militar, e sim civil-militar. Algumas das características desse período foram: falta de democracia, repressão de direitos constitucionais, censura, perseguição política e militar, e restrição do exercício da cidadania.

Quanto à econômia, o governo colocou em prática, um projeto desenvolvimentista, que levou à resultados bastante contraditórios, onde o país entrou em uma fase de industrialização e crescimento acelerados, sem beneficiar a maioria da pop
ulação, principalmente a classe trabalhadora.
O filme relata também de forma chocante e real, as terríveis ameaças e torturas sofridas durante o período ditatorial.
A tortura passou a ser frequentemente empregada nos interrogatórios feitos por militares, para obter informações de pessoas envolvidas com a luta armada.
Militares americanos '' ensinavam'' grupos policiais e militares brasileiros a agredir os interrogados.
As torturas começavam no ato da prisão, onde invadiam casas, e locais de trabalho.
Entre os tipos de tortura,.os principais eram: o ''pau-de-arara'' - barra de ferro que era atravessada e amarrada entre os punhos e dobras do joelho, sendo o conjunto colocado entre duas mesas, ficando assim, o corpo do torturado pendurado; o '' choque elétrico'' - dois fios eram ligados ao corpo nú, soltando uma descarga elétrica nos orgãos sexuais, além de ouvidos, dentes, língua, e dedos; o '' afogamento'' - colocavam uma mangueira, ou tubo de borracha dentro da boca do agredido para obrigá-lo a engolir água; a ''palmatória'' - raquete de madeira, muito pesada, onde vítmas eram agredidas em várias partes do corpo, principalmente nos orgãos genitais, além de agressões psicológicas.
Esses filmes, realizados em contextos históricos diferenciados, nos permite analisar a subjetividade da realidade, à partir da ideia da representação real de acontecimentos que são na maioria das vezes omitidas.
Batismo de Sangue mostra uma das formas de torturas utilizadas com mulheres, e pouco a pouco, o espectador acompanha a derrota mental do personagem, levando ao suícidio.
Portanto, esse filme é coerente com uma atitude educacional: mostrar à populaçao as atrocidades políticas que ocorreram em um passado não tão distante.

domingo, 16 de setembro de 2012

Música na Ditadura Militar


        Em 1968, os estudantes continuavam a ser os maiores inimigos do regime militar. Reprimidos, passaram a ter voz através da música.A música popular brasileira começa a atingir as grandes massas, ousando falar o que não era permitido à nação. Os cantores protestavam por meio de analise de mensagens subliminares embutidas nas canções. E isso começou a incomodar os militares. A censura passou a ser a melhor forma de a ditadura combater as músicas de protesto e de cunho que pudesse extrapolar a moral da sociedade dominante e amiga do regime.
        Para censurar a arte e as suas vertentes, foi criada a Divisão de Censura de Diversões Públicas (DCDP), por onde deveriam previamente, passar todas as canções antes de executados nos meios públicos. Esta censura prévia não obedecia a qualquer critério, os censores poderiam vetar tanto por motivos políticos, ou de proteção à moral vigente, como por simplesmente não perceberem o que o autor queria dizer com o conteúdo. A censura além de cerceadora era de uma imbecilidade jamais repetida na história cultural brasileira.

http://www.youtube.com/watch?v=qhvXQj8CFmM



Chico Buarque, o Alvo Predileto da Censura Militar 

Chico Buarque foi o compositor e cantor mais censurado. A sua obra sofreu respingos da censura em todas as vertentes, tanto nas canções de protesto, quanto nas que feriam os costumes morais da época.

Um exemplo foi seu álbum “Calabar” 

Exilado na Itália, de 1969 a 1970, Chico Buarque sofreria com a perseguição da censura após o retorno ao Brasil. Em 1970, recém chegado do exílio, o compositor enviou a música “Apesar de Você” para a aprovação da censura, tendo a certeza que a música seria vetada. Inesperadamente a canção foi aprovada, sendo gravada imediatamente em compacto, tornando-se um sucesso instantâneo. Já se tinha vendido mais de 100 mil cópias, quando um jornal comentou que a música referia-se ao presidente Médici. Revelado o ardil, o exército brasileiro invadiu a fábrica da Philips, apreendendo todos os discos, destruindo-os.Na confusão, esqueceram de destruir a matriz.
Em 1973 Chico Buarque sofreria todas as censuras possíveis. A peça “Calabar, ou o Elogio à Traição”, escrita em parceria com Ruy Guerra, foi vetada pela censura. As conseqüências da proibição viriam no seu álbum, “Calabar”, também daquele ano. A capa do disco trazia a palavra “Calabar” pichada num muro. Os censores concluíram que aquela palavra pichada tinha um significado subversivo, o que resultou na proibição da capa.


O caos na educação brasileira


O Brasil não está passando por um bom momento na educação, tendo grandes impactos na sociedade, pela péssima qualidade no ensino e a divergência de opiniões sobre as novas regras da lei de cotas sancionada pela presidente. Portanto, é bom entender como a educação funciona no nosso país.
A responsabilidade pela educação no Brasil se divide entre os governos federal, estadual e municipal, com uma grande presença do setor privado. E não é verdade que se gaste pouco com isso. A Constituição Federal determina que dos impostos, a União aplique pelo menos 18% em educação e os estados e municípios 25%. Esta determinação tem sido respeitada e é responsável pelo aumento dos recursos para a educação que ocorreu a partir de 1989. Mas o Brasil é um dos países com maior percentual de despesas públicas em educação (17,7% em 1988), o que significa que a prioridade da educação como política governamental está inserida nos orçamentos. O fato de o PIB ter se mantido quase constante na década 1980/1990, apesar de a população escolar crescer aproximadamente 2% ao ano, trouxe problemas nas escolas públicas de primeiro e segundo graus. Como as grandes taxas de repetência na educação básica, que são mais de 50% para os alunos de primeira série de primeiro grau. O estudante brasileiro permanece em média 8,5 anos nas escolas, mas só consegue chegar até a sexta série. Em relação à qualidade, não existe no Brasil acompanhamento sobre o que os alunos que completam os diferentes níveis educacionais aprendem. Desta forma, estes problemas impactam no ingresso ao mercado de trabalho de mão de obra qualificada.
Além do que, o que causou grande polêmica na sociedade foi o aumento das cotas, na qual 50% das vagas em universidades federais são para estudantes de escolas públicas. Muitas pessoas são contra e muitas a favor. De acordo com Alzimar D’agustine, diretor de um colégio particular o processo de aprendizagem brasileiro fica ainda mais prejudicado com a inserção das cotas nas universidades federais. O novo sistema desrespeita a igualdade de acesso à educação de qualidade prevista pela Constituição. “Se houvesse qualidade nos conteúdos ministrados nas escolas públicas, não seria necessário abrir cotas na educação superior. As pessoas estariam preparadas para entrar na universidade. É clara a incompetência na educação. O próprio governo está reconhecendo a péssima qualidade da educação pública básica.”
Conclui-se que o país precisa tomar medidas de melhoria do ensino público para que ele se iguale a países de primeiro mundo.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Preconceito racial

      No ano de 1865, no sul dos EUA, surgiu um grupo racista - formado por jovens veteranos da Confederação Sulista - denominado Ku Klux Klan (KKK). Essa sociedade possui visão política de extrema direita e também tem como característica a utilização de capuzes brancos. O que começou como uma espécie de "brincadeira", passou a ter objetivos de perseguir negros (ex-escravos libertos na Guerra de Secessão) montando cavalo e aterrorizando-os - também aqueles que os defendem -, pregando a supremacia branca.

   
    O preconceito é uma ideia pré-concebida, uma atitude de alienação a tudo aquilo que foge dos padrões da sociedade. Este, afeta a todos, fazendo com que, muitas vezes, pessoas se manifestem através da intolerância,  da discriminação e até do ódio.  Esse ódio vem acompanhado da violência, como na KKK, podendo sair totalmente do controle. Justamente no caso do preconceito racial, a base que se tem, é determinada por apenas características superficiais, físicas. Aqueles que são racistas,  acreditam que a moralidade e a inteligência são traços que são determinados biologicamente, não podendo ser mudados. A determinação de uma raça como inferior não é algo justificável. A cor da pele de uma pessoa não define, de forma alguma, sua capacidade intelectual ou determina seu caráter. Este preconceito poderá algum dia, chegar ao fim? No mundo atual, têm-se implantado políticas contra a discriminação racial, além de que presenciamos figuras negras importantes e influentes como por exemplo Barack Obama, Lewis Hamilton, Naomi Campbell, Oprah Winfrey, ministro Joaquim Barbosa, entre outros. Será esse o início do fim? Ou apenas pequenos passos para que, um dia, ele possa ter um fim?

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

"Money as debt"


  O vídeo: "O Dinheiro como Dívida" recomendado em aula pela professora Alessandra, é interessante pois explica de onde vem o dinheiro, como ele é produzido e também como funciona toda a economia de um país. Para que uma economia capitalista funcione, é necessário que haja circulação de dinheiro. Após o surgimento da moeda foi possível determinar valores, facilitar trocas e estabelecer referências.  

    Segundo o vídeo, a matéria monetária não é ensinada nas escolas e quando pergunta-se "de onde vem o dinheiro?" é imediatamente evocada, por muitos, a imagem de máquinas cunhando moedas e imprimindo cédulas. E a explicação vai muito além disso.
Segundo o ex-presidente dos Estados Unidos Woodrow Wilson, "Sabem da existência de um poder tão organizado, sutil e vigilante, um poder tão vasto e onipresente que não ousam criticá-lo em voz alta."

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Desvendando as entrelinhas


- A violência na sociedade brasileira: como mudar as regras desse jogo?

Eliminando o caos interno

       Na sociedade atual brasileira, a violência é um fato histórico presente em sua constituição, devido ao processo de naturalização pelo qual ela passou ao longo do tempo. Este problema não é mais visto com a gravidade em que realmente se encontra e quando for amenizado, o Brasil sairá do “grupo” das sociedades mais violentas do mundo.
      As causas da violência são, geralmente, consequentes de problemas sociais como o desemprego, miséria, fome, más condições sociais que levam à sensação de injustiça e, portanto, à criminalidade. O governo é ineficiente na disponibilização de serviços de segurança pública, gerando assim a insatisfação da população, juntamente com todos os problemas, sociais e econômicos.
       A violência apresenta-se em diversas formas, podendo ser sexual, física, verbal, psicológica, ao idoso, a criança, a mulher e principalmente aquela que é urbana, com altos índices em nosso país, uma das mais comuns, as que são praticadas nas ruas como assaltos e sequestros.
        A solução para essa questão envolve a melhoria do sistema educacional, habitacional, da saúde e também de segurança pública. Enquanto houver essa dependência do Estado, pode-se criar programas como os de combate à violência. Tem-se como exemplo o “projeto não-violência”, que é uma organização não governamental que atua com o objetivo de desenvolver uma cultura de não-violência por intermédio de escolas, podendo ser um bom início à esse combate.

Bianca Akemi de Souza Abe





- Paz: uma conquista impossível? 
Para que haja paz deve haver respeito


       Segundo Beijamin Franklin '' nunca houve uma guerra boa, nem uma paz ruim''. Não se pode dizer que um confronto onde milhões de pessoas, muitas vezes inocentes morrem seja uma coisa boa, muito menos que é normal a quantidade de verba utilizada para comprar equipamentos para a guerra, em que pelo menos uma parte desse dinheiro deveria ser investida em educação, afinal, preparar um soldado para a guerra custa 64 vezes mais do que educar uma criança. É difícil saber a razão disso tudo, e principalmente o que se irá conseguir com isso. 

     A explicação para isso está explicita nos resultados das guerras, e nas consequências que elas trazem para o país... 

As guerras nunca foram e nunca serão o melhor método de busca pela calma universal, a paz é um ideal pelo qual cada um é responsável pelo seu, e as pessoas devem se conscientizar, e entender que para que haja paz deve-se primeiramente haver respeito entre todos.

Camila Conrade






- Participação política: indispensável ou superada?
Política: uma ciência indispensável 

        A política é e sempre foi uma ciência importante no mundo e para a sociedade. A partir dela são estudados assuntos gerais e de bem comum necessários para tomar decisões em uma cidade ou país, criar e executar leis e representar as vontades da sociedade. De acordo com o estilo democrático, a participação política aumentaria cada vez mais, mas percebe-se que isso não está acontecendo e sim o oposto.
       As pessoas dizem que são apolíticas pois “política é coisa de idiota”, mas não sabem o real significado da palavra idiota (aquele que diz não à política e vive a vida privada). Tornando-se assim ignorantes.
        Um início do desinteresse do homem pela participação na política pode ter sido causado com o descontentamento gerado no período da ditadura militar no Brasil, em que manifestações do povo foram interrompidas pela força.

- A felicidade, entre o ter e o ser.
Felicidade em questão 

       O importante é apreciar a vida e o que ela oferece considerando-se feliz acima de tudo. Como diz o poeta Fernando Pessoa: “Não possuímos mais que as nossas proprias sensações, nelas, pois, temos que fundamentar a realidade da nossa vida”.

Caroline Teixeira Sachs





- A felicidade, entre o ter e o ser.
Gratidão traz felicidade


     A felicidade só depende do própria individuo que a deseja. Como diria Publio Sirio, não é feliz quem não se considera como tal. Desconsiderando os padrões da sociedade atual, esses sentimento dentro do homem é intransferível, totalmente individual. mesmo com a homogenização do ser humano, há diferente ponto de vistas sobre o que é ser feliz, como a ideia de "ser" ou "ter. Qual seria o melhor caminho para essa conquista?


    ...Uma alegria simples que faz a diferença pela mudança na vibração do pensamento. Conseguindo assim fazer a vida um verdadeiro 'Carpe Diem'.
...

    Como dizia o filósofo holandês Spinoza "Nosso desejo de ser feliz está baseado na falta". É uma busca eterna, conquistar a satisfação plena é muito difícil. Porque ao realizar uma vontade, essa será esquecida e o que está faltando será valorizado, e consequentemente, outros desejos virão.. E assim por diante.
    Concluindo, "O dinheiro pode ser perdido ou roubado, a saúde e a força podem falhar, mas o que você dedicou à sua mente é seu para sempre". Está frase de Louis L'Amour facilita o entendimento do poder da mente e de que 'ser' no final é mais importante do que 'ter'. Pensamentos são a sabe para tudo. Não é a sociedade, um colega de trabalho, e nem um comercial de TV que determina o que é felicidade. Só mesmo o próprio ser humano, com sua própria satisfação.



- O trabalho infantil na realidade brasileira
Crianças têm direito ao amor


    O trabalho infantil no Brasil é considerado uma violência contra crianças. Essas não precisam de mais nada além de estudar e consequentemente brincar. Estão em processo de formação de personalidade e precisam de apoio moral para que se tornem pessoas de caráter e conquistem uma posição social digna no futuro.
  Há, porém, quem diga que empregar uma criança é afastá-la da criminalidade. Nem sempre. Trabalhar não permite um estudo decente, sendo assim, no futuro irão se tornar pessoas com má formação escolar, sem condições de conseguir um bom emprego. Terão uma vida de duras lutas em busca de trabalhos. Na grande maioria das vezes são mal remunerados e com péssimas condições.
...

Cecilia Matos Blum


quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Sejam bem-vindos!

Olá, bem-vindos ao Ponto G de Ideias, o blog do terceiro ano Jorge Amado do Colégio Universitas. Hoje, dia 16 de Agosto de 2012, podemos comemorar o lançamento dessa nova página, onde comentaremos sobre os mais diferentes temas.

Através do Projeto Lumière, proposto em sala de aula, este blog terá o objetivo de aprofundar assuntos do cotidiano de uma forma diferente e dinâmica. 

Agora, relaxem e viajem por um espaço cheio de informações, ideias e coisas boas.

Conheça os grupos:


  • Entre EntreLinhas
Bianca Akemi, nº 07
Camila Conrade, nº 08
Caroline Sachs, nº 09
Cecilia Blum, nº 10

  • Jhonnie Blogger
Akira Pimentel, nº 01
Andre Pollner, nº 05
Matheus Poço, nº 29
Robson Tadeu Pereira, nº 34

  • Jorge Amado Intelectuais
Ana Cristina Magalhães, nº 02
André Faria, nº 06
João Pedro Sandoval, nº 23
Matheus F. Marra. H. da Silva, nº 27

  • Monte Cristo
Gabriel Gomes, nº 17
Leonardo Salgado, nº 24
Maithê Martins, nº
Matheus França, nº 28
Rafaela Marone, nº 32

  • Movedoras
Giovanna Junqueira, nº 20
Nathália Nucci, nº 30
Tatiana Neves, nº 37
Thais Pallin, nº 38

  • Pescadores de Ideias
Ana Luiza Incerpi, nº 04
Danilo Mariosa, nº 12
Fernanda Vila Verde, nº 15
Fernanda Guedes, nº 16
Raíza Benedecti, nº 33

  • Random Thoughts
Claudia Lino Pechina, nº 11
Felipe Jorge Abdul-Hak, nº 13
Gabriel Sá de Mello, nº 18
Gustavo Santos Sales, nº 22
Rafael de Mello Ferreira, nº 31
Tatiana Faia Lopes, nº 36
Vitor Garcia dos Santos, nº 39

  • Sem Censura
Ana Isa Andrade, nº 2
Giovanna Carvalho, nº 19
Giulia Marquezini, nº 21
Maria Paula Diegues, nº 26


Hasta la vista, muchachos!